Ir direto para menu de acessibilidade.
Página inicial > Batalhão Agulhas Negras
Início do conteúdo da página

Batalhão Agulhas Negras

Publicado: Segunda, 03 de Julho de 2017, 18h37 | Última atualização em Segunda, 03 de Julho de 2017, 18h37 | Acessos: 610

Batalhão Agulhas Negras

"Se um dia for preciso lutar, saberemos cumprir a missão, ombro a ombro com os jovens cadetes, na defesa da nossa Nação"

         As palavras da canção traduzem, por si só, o espírito de bem cumprir a missão, inerente ao nosso soldado. Não existe um local na AMAN sem a marcante presença do homem do Batalhão de Comando e Serviços. Seu corpo de oficiais e praças representa a grandiosidade de um trabalho de extremado profissionalismo, marca indelével dos membros de sua tropa.

         A origem e a história do Batalhão de Comando e Serviços, " Batalhão Agulhas Negras", confunde-se com a própria história da Academia Militar das Agulhas Negras. Foi oficialmente criado pelo Decreto nº 28.356, de 10 de julho de 1950, tendo o General-de-Brigada Manuel de Azambuja Brilhante, então Comandante da Escola Militar de Resende, definido a sua organização no Boletim Escolar nº 192, de 25 de setembro do mesmo ano, em três subunidades: Companhia de Guardas, Companhia de Comando e Serviços e Companhia Auxiliar do Corpo de Cadetes.
 
    Pouco depois, em 1º de outubro de 1950, extinguem-se as Companhias de Comando e Serviços, e Auxiliar do Corpo de Cadetes, para dar lugar à nova unidade, que era comandada interinamente pelo Capitão de Infantaria Hélio Carvalho Barbosa, com o efetivo de sete oficiais e novecentos e sessenta e sete praças.
 
       Nesses mais de sessenta e quatro anos, sua organização foi modificada cinco vezes, sempre visando prestar melhor apoio à segurança, à Academia Militar e à Família Acadêmica. Hoje o batalhão conta com sete subunidades, sendo a mais antiga a Companhia de Guardas, que sempre existiu no seu quadro de organização.
 
      O Batalhão conta, ainda, com a Banda Sinfônica da Academia Militar das Agulhas Negras, que desde a sua criação, em 6 de outubro de 1913, na Escola Militar do Realengo, está presente no dia-a-dia do cadete, participando decisivamente nas duas mais importantes solenidades da AMAN: a Entrega de Espadins e a Declaração de Aspirantes. Atua, também, como forte veículo de Relações Públicas, representando de maneira irrepreensível a Academia e o Exército Brasileiro junto à comunidade civil nas diversas cidades da região.
 

       Com efetivo aproximado de 2.018 (dois mil e dezoito) homens, o maior Batalhão do Exército Brasileiro, desempenha papel do mais elevado destaque em prol do cumprimento da missão desta escola, sendo de valor imensurável no dia-a-dia da formação do oficial combatente brasileiro. Dentre suas atribuições, cabe destacar: o apoio à instrução e ao serviço; guarda, segurança, policiamento controle de trânsito; conservação do patrimônio; segurança integrada, e mobilização.
        
        Atualmente está no comando do Batalhão Agulhas Negras o Coronel FUÉDE FERES JUNIOR, da Arma de Infantaria, formado na Turma de 1991 da Academia Militar das Agulhas Negras.

Fim do conteúdo da página